sexta-feira, 29 de julho de 2011

Como começar?


Bom primeiramente devo informar que o avião que Larissa e eu voltamos não caiu, como era de desejo de Ycaro, nosso bom amigo --' Consequentemente voltamos vivas para contar a todos a nossa viagem, :X Larissa e eu pedimos desculpas pelo tempo que ficamos sem postar e também, pelo tempo que ficaremos : ( É que nossas aulas começaram dia 13, e por causa da viagem só voltamos para o colégio dia 26, então dá para entender a quantidade de assunto atrasado que estamos colocando em dia, né? Outra besteirinha é que semana que vem já temos provas e estamos desesperadas sem entender um terço do assunto de Física. Infelizmente não vai dá para postar no blog até o final das provas, mas não se preocupem que quando essas danadinhas acabarem nós voltaremos com muitos posts para vocês, isso se elas não acabarem primeiro com a gente. E se vocês estiverem se perguntando como foi essa viagem, me vem duas palavras na cabeça: Bizarra e maravilhosa 666'

Kisses, Iasmim Lins :*

sábado, 23 de julho de 2011

A normalidade.


Meus amigos são todos assim: metade loucura, outra metade santidade. Escolho-os não pela pele, mas pela pupila, que tem que ter brilho questionador e tonalidade inquietante. Escolho meus amigos pela cara lavada e pela alma exposta. Não quero só o ombro ou o colo, quero também sua maior alegria. Amigo que não ri junto, não sabe sofrer junto. Meus amigos são todos assim: metade bobeira, metade seriedade. Não quero risos previsíveis, nem choros piedosos. Quero amigos sérios, daqueles que fazem da realidade sua fonte de aprendizagem, mas lutam para que a fantasia não desapareça. Não quero amigos adultos, nem chatos. Quero-os metade infância e outra metade velhice. Crianças, para que não esqueçam o valor do vento no rosto, e velhos, para que nunca tenham pressa. Tenho amigos para saber quem eu sou, pois vendo-os loucos e santos, bobos e sérios, crianças e velhos, nunca me esquecerei de que a normalidade é uma ilusão imbecil e estéril. 
Fernando Pessoa

quinta-feira, 21 de julho de 2011

Um dia...


...Um dia descobrimos que beijar uma pessoa para esquecer outra, é bobagem.
Você não só não esquece a outra pessoa como pensa muito mais nela...
Um dia nós percebemos que as mulheres têm instinto "caçador" e fazem qualquer homem sofrer...
Um dia descobrimos que se apaixonar é inevitável...
Um dia percebemos que as melhores provas de amor são as mais simples...
Um dia percebemos que o comum não nos atrai...
Um dia saberemos que ser classificado como "bonzinho" não é bom...
Um dia perceberemos que a pessoa que nunca te liga é a que mais pensa em você...
Um dia saberemos a importância da frase: "Tu te tornas eternamente responsável por aquilo que cativas..."
Um dia percebemos que somos muito importante para alguém, mas não damos valor a isso...
Um dia percebemos como aquele amigo faz falta, mas ai já é tarde demais...
Enfim...
Um dia descobrimos que apesar de viver quase um século esse tempo todo não é suficiente para realizarmos todos os nossos sonhos, para beijarmos todas as bocas que nos atraem, para dizer o que tem de ser dito...
O jeito é: ou nos conformamos com a falta de algumas coisas na nossa vida ou lutamos para realizar todas as nossas loucuras...
Quem não compreende um olhar tampouco compreenderá uma longa explicação.

Mário Quintana 

terça-feira, 19 de julho de 2011

Pessoa impulsiva, :X

           
         Sou o que se chama de pessoa impulsiva. Como descrever? Acho que assim: vem-me uma idéia ou um sentimento e eu, em vez de refletir sobre o que me veio, ajo quase que imediatamente. O resultado tem sido meio a meio: às vezes acontece que agi sob uma intuição dessas que não falham, às vezes erro completamente, o que prova que não se tratava de intuição, mas de simples infantilidade. Trata-se de saber se devo prosseguir nos meus impulsos. E até que ponto posso controlá-los. [...] Deverei continuar a acertar e a errar, aceitando os resultados resignadamente? Ou devo lutar e tornar-me uma pessoa mais adulta? E também tenho medo de tornar-me adulta demais: eu perderia um dos prazeres do que é um jogo infantil, do que tantas vezes é uma alegria pura. Vou pensar no assunto. E certamente o resultado ainda virá sob a forma de um impulso. Não sou maduro bastante ainda. Ou nunca serei.
Clarice Lispector

domingo, 17 de julho de 2011

Ame-se!

       
       Viver uma verdadeira experiência amorosa é um dos maiores prazeres da vida. Gostar é sentir com a alma, mas expressar os sentimentos depende das idéias de cada um. Condicionamos o amor às nossas necessidades neuróticas e acabamos com ele. Vivemos uma vida tentando fazer com que os outros se responsabilizem pelas nossas necessidades enquanto nós nos abandonamos irresponsavelmente.
       Queremos ser amados e não nos amamos, queremos ser compreendidos e não nos compreendemos, queremos o apoio dos outros e damos o nosso a eles. Quando nos abandonamos, queremos achar alguém que venha a preencher o buraco que nós cavamos. A insatisfação, o vazio interior se transformam na busca contínua de novos relacionamentos, cujos resultados frustrantes se repetirão.
      Cada um é o único responsável pelas suas próprias necessidades. Só quem se ama pode encontrar em sua vida Um Amor de Verdade

Zíbia Gasparetto 

sexta-feira, 15 de julho de 2011

Força de vontade...


           Persiga um sonho, mas não deixe ele viver sozinho. Descubra-se todos os dias, deixe-se levar pelas vontades, mas não enlouqueça por elas. Procure, sempre procure o fim de uma história, seja ela qual for. Dê um sorriso para quem esqueceu como se faz isso. Acelere seus pensamentos, mas não permita que eles te consumam. Olhe para o lado, alguém precisa de você. Abasteça seu coração de fé, não a perca nunca. Mergulhe de cabeça nos seus desejos e satisfaça-os. Procure os seus caminhos, mas não magoe ninguém nessa procura. Arrependa-se, volte atrás, peça perdão! Não se acostume com o que não o faz feliz, revolte-se quando julgar necessário. Alague seu coração de esperanças, mas não deixe que ele se afogue nelas. Se achar que precisa voltar, volte! Se perceber que precisa seguir, siga! Se estiver tudo errado, comece novamente. Se estiver tudo certo, continue. Se sentir saudades, mate-a. Se perder um amor, não se perca! Se achá-lo, segure-o!
Fernando Pessoa

quarta-feira, 13 de julho de 2011

Você pode...


Posso ter defeitos, viver ansioso e ficar irritado algumas vezes, mas não esqueço de que minha vida é a maior empresa do mundo. E que posso evitar que ela vá à falência.
Ser feliz é reconhecer que vale a pena viver, apesar de todos os desafios, incompreensões e períodos de crise.
Ser feliz é deixar de ser vítima dos problemas e se tornar um autor da própria história.
É atravessar desertos fora de si, mas ser capaz de encontrar um oásis no recôndito da sua alma.
É agradecer a Deus a cada manhã pelo milagre da vida.
Ser feliz é não ter medo dos próprios sentimentos.
É saber falar de si mesmo.
É ter coragem para ouvir um não. É ter segurança para receber uma crítica, mesmo que injusta.
Augusto Cury 

segunda-feira, 11 de julho de 2011

O tal do amor existe?

              
             ooi, amores vim aqui para fazer um pedido a vocês, :X É que estou participando de um concurso, e queria pedir que vocês votassem na minha história .-. Vocês fariam isso por mim? *--* Vou colocar aqui um trecho da história.

“É comum que no mundo tão realista em que vivemos as pessoas costumem dizer que não acreditam no amor a primeira, ou que simplesmente nunca se apaixonaram. Posso dizer que em parte isso é verdade, como as pessoas vão se apaixonar ou acreditar no amor, se estão preocupadas demais em como conseguir dinheiro para comprar uma Ferrari, preocupadas em como o seu cabelo está feio hoje, preocupadas com as várias dívidas, preocupadas com o que os outros pensam, preocupadas em ter e não sentir... Não as culpo por isso, principalmente porque vivemos em um mundo excepcionalmente capitalista, mas nesse mundo tão subitamente condenado, tinha necessariamente que nascer alguém tão ridiculamente apegada aos sentimentos? E esse alguém tinha que ser logo eu?
Como dizia Charles Chaplin “Para que levar a vida tão a sério, se a vida é uma alucinante aventura da qual jamais sairemos vivos.” Quer dizer então, que é bizarro da minha parte acreditar no tal Príncipe, no cavalo branco, no beijo que desperta do sono profundo, no sapatinho de cristal...”


Agradeço antecipadamente,
Beeijos, Iasmim L. ^^

sábado, 9 de julho de 2011

Conversa de Banheiro, (:


Em meio a tanta tecnologia, deveríamos procurar estar sempre bem informados. Algumas pessoas sem grande conhecimento de mundo acabam passando por situações... Tensas, por se espantarem com coisas tão simples do nosso dia-a-dia. Ou essas pessoas podem estar apenas se fazendo, o problema mesmo é quando os outros não sabem disso...
Alguns dias atrás, fui a uma festa com duas amigas. Tudo muito bem organizado, decoração impecável, e o vestido da aniversariante, lindo. Mas alguns convidados não estavam muito satisfeitos, e é claro, eram adolescentes, ou melhor, nossos amigos. Depois de passarem o enorme arranjo de flores da mesa de mão em mão, e de uma das moças da organização tirar o arranjo de perto da gente, eu e minhas duas amigas decidimos ir ao banheiro.
Nada é pior do que chamarem sua atenção em uma festa por causa de algo que você não fez. Mas esse é o tipo certo de festa onde a galera paga muito mico, tipo, esbarrar no garçom fazendo ele derrubar toda a bandeja de bebidas no chão e seu melhor amigo escorregar na poça enquanto executava um moonwalk perfeito.
Entramos no banheiro e, como toda adolescente normal, corremos para frente do espelho. Enquanto me concentrava em fechar o sutian problemático da minha amiga, algo chamou a atenção da Fernanda. No canto da pia, tinha uma cestinha rosa cheia de objetos curiosos. A Fernanda como a observadora discreta que é, já foi logo puxando a cesta e gritando pra os quatro cantos um sonoro “O que é isso?”, e por um momento deixamos o sutian de lado para reconhecemos o que tinha ali dentro.
— Ah, absorventes! — exclamei.
— Do mais barato que tinha no mercado, — riu Eduarda, a garota do sutian problema. — Meu Deus, nem pra comprar absorventes descentes!
— Fala, sério, Duda! Você acha mesmo que eles iam gastar com absorventes? — indaguei.
— Ah, nas outras festas que eu fui, tinha absorvente do bom, embora que eu nunca precisei usar, mas além dos absorventes tinha chapinha, secador, maquiagem...
— Ei galera, olha isso... — gritou Fernanda, que segurava um pacotinho rosa nas mãos  — pra que serve?
 Peguei o pacote e li o que tinha escrito na embalagem.
— Ah, são lenços umedecidos, serve pra limpar o...
— AH! — fui interrompida pelo suspiro de revolta da Nanda. — Porque aqui não tem camisinhas? — com a sobrancelha arqueada, ela cutucava a cestinha com o dedo indicador.
— Pra que você quer camisinhas aqui? Você nem precisa disso! — disse rindo, mas depois fiquei séria — Você não precisa, precisa?
— Ah, claro que não! — ela disse de imediato —Mas imagina se alguém lá fora precisa!
— Olha, amiga — começou a Duda — Pense pelo lado bom, pelo menos não vão fazer isso no banheiro feminino!
— Aliás, se é pra ter camisinha, que seja no banheiro masculino! — disse enquanto as duas caiam na risada.
Nosso momento de idiotice extrema foi interrompido por um barulho vindo da cabine ao lado da pia. Ficamos estáticas. Tinha alguém ali. Alguém tinha escutado nossa conversa. Pânico? Ah, não até sabermos quem era.
— Ãn... Meninas, será que vocês poderiam me passar os lencinhos que estão na cestinha? O papel higiênico acabou.
E ai, reconhecemos a voz da mãe da aniversariante. Agora sim: PÂNICO! CORRE!
Saímos correndo do banheiro e deixamos a mulher lá, sem papel, sem lenço, apenas com nossa desmoralização. Uma coisa era certa, essa mulher jamais convidaria a gente pra outra festa, mesmo que ela conseguisse algo para se limpar e pudesse sair do banheiro. Mas tudo bem, era só evitar beber muito refrigerante, pra não ter que ir lá novamente, e tudo certo. Ninguém saberia disso.
— Nossa, que tenso! Não sei por que as pessoas insistem em ter esse tipo de conversa no banheiro... — A Duda ia falando enquanto andava de costas para poder olhar para a gente.
— Duda, CUIDADO! — gritei enquanto ela se aproximava do enorme vaso de vidro perto da mesa de balas.
Ela se virou a tempo, ficando do lado da mesa, a centímetros do vaso. Mas para nossa infelicidade, o sutian que nos esquecemos de fechar completamente resolveu se revoltar e soltou todo de uma vez, e na tentativa falha de segurar o que nunca deveria cair, Duda bateu no vaso com o cotovelo, fazendo-o cair, e todos os convidados olharem em nossa direção de uma só vez.
É galera. Hora de ir para casa.
                                               Fim de Festa.                                             


Beijos, Larissa

quinta-feira, 7 de julho de 2011

Embarque, (:


AAAAH, CHEGOU A HORA!
Hoje, 07 de Julho de 2011, enquanto vocês leem esse post, estamos decolando rumo aos melhores 17 dias das nossas vidas. Ansiedade? Nosso sobrenome! Sim, finalmente a contagem regressiva chegou ao fim, e vamos poder conhecer New York City, Orlando e Miami! *-* Ganhamos essa viagem de presente de 15 anos, e vamos fazer o possível para que tudo seja perfeito!
Mas não pensem que durante esse tempo vocês vão ficar sem posts, haha. Os posts foram devidamente programados, e quando voltarmos vamos relatar nossa viagem e postar alguns vídeos legais para vocês.
Agora, vamos curtir o novo vôo, (que é beeem longo... -.- ). Nos desejem sorte! Haha.
EUA, a galerinha do bad vai invadir, mas não se preocupem; o telhado é forte, telhado é de laje e aguenta com nós (8) kkkkkkk’ *-*

Begs Begs para todos, e até o dia 25! õ/

terça-feira, 5 de julho de 2011

o amor é cego...



Contam que uma vez se reuniram todos os sentimentos e qualidades dos homens em um lugar da terra. Quando o aborrecimento havia reclamado pela terceira vez, a loucura, como sempre tão louca, lhes propôs: “Vamos brincar de esconde-esconde?” A intriga levantou a sobrancelha intrigada e a curiosidade sem poder conter-se perguntou: “Esconde-esconde? Como é isso?” “É um jogo, explicou a loucura, em que eu fecho os olhos e começo a contar de um a um milhão enquanto vocês se escondem e, quando eu tiver terminado de contar, o primeiro de vocês que eu encontrar, ocupará meu lugar para continuar o jogo”. O entusiasmo dançou seguido pela euforia. A alegria deu tantos saltos que acabou por convencer a dúvida, e até mesmo a apatia, que nunca se interessavam por nada. Mas nem todos quiseram participar. A verdade preferiu não se esconder. "Para que, se no final todos me encontram?” A soberba opinou que era um jogo muito tonto. No fundo o que a incomodava era que a idéia não tivesse sido dela.  A covardia preferiu não se arriscar. “Um, dois, três, quatro... “ começou a contar a loucura. A primeira a esconder-se foi a pressa, que como sempre caiu atrás da primeira pedra do caminho. A fé subiu ao céu e a inveja se escondeu atrás da sombra do triunfo que, com seu próprio esforço, tinha conseguido subir na copa da árvore mais alta. A generosidade quase não consegue esconder-se, pois cada local que encontrava, lhe parecia maravilhoso para algum de seus amigos. Se era um lago cristalino, ideal para a beleza. Se era a copa de uma árvore, perfeito para a timidez. Se era o vôo de uma borboleta, o melhor para a volúpia. Se fosse uma rajada de vento, magnífico para a liberdade. E assim acabou escondendo-se em um raio de sol. O egoísmo, ao contrário, encontrou um local muito bom desde o início. Ventilado, cômodo, mas apenas para ele. A mentira escondeu-se no fundo do oceano , na realidade, escondeu-se atrás do arco-íris. E a paixão e o desejo,no centro dos vulcões. O esquecimento, não recordo-me onde se escondeu, mas isso não é o mais importante. Quando a loucura estava lá pelo 999.999, o amor ainda não havia encontrado um local para esconder-se, pois todos já estavam ocupados, até que encontrou uma roseira e, carinhosamente, decidiu esconder-se entre suas flores. A primeira a aparecer foi a pressa, apenas a três passos de uma pedra. Depois, escutou-se a fé discutindo com Deus, no céu, sobre zoologia. Sentiu-se vibrar a paixão e o desejo nos vulcões. Em um descuido, a loucura encontrou a inveja e claro, pôde deduzir onde estava o triunfo. O egoísmo não tiveram nem que procurá-lo: ele sozinho saiu disparado de seu esconderijo que, na verdade, era um ninho de vespas. De tanto caminhar, a loucura sentiu sede e, ao aproximar-se de um lago, descobriu a beleza. A dúvida foi mais fácil ainda, pois a encontraram sentada sobre uma cerca sem decidir de que lado esconder-se. E assim foram encontrando a todos. O talento entre a erva fresca, a angústia em uma cova escura, a mentira atrás do arco-íris, ou melhor, estava no fundo do oceano e até o esquecimento, que já havia se esquecido que estava brincando de esconde-esconde. Apenas o amor não aparecia em nenhum local. A loucura o procurou atrás de cada árvore, embaixo de cada rocha do planeta e em cima das montanhas. Quando estava a ponto de dar-se por vencida, encontrou um roseiral. Pegou uma forquilha e começou a mover os ramos, quando, no mesmo instante, escutou-se um doloroso grito. Os espinhos tinham ferido o amor nos olhos. A loucura não sabia o que fazer para desculpar-se. Chorou, rezou, implorou, pediu perdão e até prometeu ser seu guia. Desde então, desde que, pela primeira vez, se brincou de esconde-esconde na terra, o amor é cego e a loucura sempre o acompanha.


Beijos, Larissa Sobral.

domingo, 3 de julho de 2011

Aprendi...


Eu aprendi que ignorar os fatos não os altera; 
Eu aprendi que quando você planeja se nivelar com alguém, apenas esta permitindo que essa pessoa continue a magoar você; 
Eu aprendi que o AMOR, e não o TEMPO, é que cura todas as feridas; 
Eu aprendi que ninguém é perfeito até que você se apaixone por essa pessoa;
Eu aprendi que a vida é dura, mas eu sou mais ainda; 
Eu aprendi que as oportunidades nunca são perdidas; alguém vai aproveitar as que você perdeu. 
Eu aprendi que quando o ancoradouro se torna amargo a felicidade vai aportar em outro lugar; 
Eu aprendi que não posso escolher como me sinto, mas posso escolher o que fazer a respeito; 
Eu aprendi que todos querem viver no topo da montanha, mas toda felicidade e crescimento ocorre quando você esta escalando-a; 
Eu aprendi que quanto menos tempo tenho, mais coisas consigo fazer.
PS: Faltam 4 dias, *--*
- - William  Shakespeare

sexta-feira, 1 de julho de 2011

I will not let you go...



Nessa parte branca do meu dia, te dou o direito de preencher, com cores, flores, amores, sonhos, risos. Se você for capaz de colorir meu dia, completar minhas piadas, decorar essas musicas que canto, vou saber que você esteve sempre aqui do meu lado, em todos os momentos que precisei, em cada segundo do meu viver, segurando minhas mãos, afagando meu rosto e dizendo “Vem cá, me dá um abraço, não te esqueci não…” Se eu perceber que é por você que meu coração acelera em todas as tardes de domingo, no momento em que eu acordo, se é em você que eu penso, pode ficar sabendo, nem que você queira, não vou te deixar partir.

- Ingrid Lilianne